• Pedra histórica da Revolução de 1932, com inscrições dos combatentes. 1932. Acervo Museu Histórico de Chavantes

    Pedra histórica da Revolução de 1932, com inscrições dos combatentes. 1932. Acervo Museu Histórico de Chavantes

  • Vista da Ponte Pênsil de Chavantes, 26/01/2006. Foto Paulo Miguel.

    Vista da Ponte Pênsil de Chavantes, 26/01/2006. Foto Paulo Miguel.

  • Pedra comemorativa do tombamento da Ponte Pênsil de Chavantes, 26/01/2006. Foto Paulo Miguel

    Pedra comemorativa do tombamento da Ponte Pênsil de Chavantes, 26/01/2006. Foto Paulo Miguel

  • Vista aérea do início da implantação do canteiro de obras da usina Chavantes. Década 1960

    Vista aérea do início da implantação do canteiro de obras da usina Chavantes. Década 1960

  • Obras de terraplenagem da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire

    Obras de terraplenagem da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire

  • Obras de terraplenagem da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire

    Obras de terraplenagem da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire

  • Construção da barragem da usina Chavantes, década de 1960

    Construção da barragem da usina Chavantes, década de 1960

  • Equipe de trabalho da obra da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire. Museu Histórico de Chavantes

    Equipe de trabalho da obra da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire. Museu Histórico de Chavantes

  • Equipe de trabalho da obra da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire. Museu Histórico de Chavantes

    Equipe de trabalho da obra da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Azor Negrão Freire. Museu Histórico de Chavantes

  • Vista geral da construção da barragem da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Reinaldo Mortari. Museu Histórico de Chavantes

    Vista geral da construção da barragem da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Reinaldo Mortari. Museu Histórico de Chavantes

  • Vista geral da montagem da subestação da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Reinaldo Mortari. Museu Histórico de Chavantes

    Vista geral da montagem da subestação da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Reinaldo Mortari. Museu Histórico de Chavantes

  • Detalhe da construção da tomada d

    Detalhe da construção da tomada d'água e vertedouros da usina Chavantes, década de 1960. Acervo Reinaldo Mortari. Museu Histórico de Chavantes

  • Detalhe da montagem de rotor de turbina da usina Chavantes, 1970.

    Detalhe da montagem de rotor de turbina da usina Chavantes, 1970.

  • O presidente general Emílio Garrastazu Médici e o governador de São Paulo, Roberto de Abreu Sodré na inauguração da usina Chavantes, 1971

    O presidente general Emílio Garrastazu Médici e o governador de São Paulo, Roberto de Abreu Sodré na inauguração da usina Chavantes, 1971

  • Vista aérea da usina Chavantes na inauguração, 1971

    Vista aérea da usina Chavantes na inauguração, 1971

  • Vista geral da usina Chavanes a partir da barragem, 1971

    Vista geral da usina Chavanes a partir da barragem, 1971

  • Sala de comando da usina Chavantes na época da inauguração, 1971

    Sala de comando da usina Chavantes na época da inauguração, 1971

  • Detalhe da sala de comando da usina Chavantes na época da inauguração, 1971

    Detalhe da sala de comando da usina Chavantes na época da inauguração, 1971

  • Sala de comando da usina Chavanets na época da inauguração, 1971

    Sala de comando da usina Chavanets na época da inauguração, 1971

  • Pórtico da barragem da usina Chavantes, 12/1971

    Pórtico da barragem da usina Chavantes, 12/1971

  • Vista aérea da casa de força da usina Chavantes, 12/1971

    Vista aérea da casa de força da usina Chavantes, 12/1971

  • Instalação de equipamentos na subestação da usina Chavantes, 1971

    Instalação de equipamentos na subestação da usina Chavantes, 1971

  • Instalação de disjuntores na subestação da usina Chavantes, 10/1971.

    Instalação de disjuntores na subestação da usina Chavantes, 10/1971.

  • Instalação de disjuntores na subestação da usina Chavantes, 10/1971.

    Instalação de disjuntores na subestação da usina Chavantes, 10/1971.

  • Vista aérea dos vertedouros da usina Chavantes abertos durante a enchente, 15/06/1983

    Vista aérea dos vertedouros da usina Chavantes abertos durante a enchente, 15/06/1983

  • Vista do páteo da usina Chavantes, alagado durante a enchente, 15/06/1983

    Vista do páteo da usina Chavantes, alagado durante a enchente, 15/06/1983

  • Trabalhadores da usina Chavantes acompanham os estragos da enchente, 27/06/1983

    Trabalhadores da usina Chavantes acompanham os estragos da enchente, 27/06/1983

  • Trabalhadores fazem a recuperação da encosta da barragem da usina Chavantes, jun/1983

    Trabalhadores fazem a recuperação da encosta da barragem da usina Chavantes, jun/1983

  • Vista aérea da usina Chavantes, década de 1990

    Vista aérea da usina Chavantes, década de 1990

  • Vista geral da usina Chavanes a partir da barragem, 12/11/2009

    Vista geral da usina Chavanes a partir da barragem, 12/11/2009

  • Detalhe do vertedouro da usina Chavantes,12/11/2009

    Detalhe do vertedouro da usina Chavantes,12/11/2009

  • Vista aérea da casa de força da usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

    Vista aérea da casa de força da usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

  • Vista geral da subestação da usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

    Vista geral da subestação da usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

  • Detalhe da trilha ecológica implantada pel Duke Energy na usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

    Detalhe da trilha ecológica implantada pel Duke Energy na usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

  • Detalhe da trilha ecológica implantada pel Duke Energy, na usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

    Detalhe da trilha ecológica implantada pel Duke Energy, na usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

  • Casas da vila técnica da usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

    Casas da vila técnica da usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

  • Casas da vila técnica da usina Chavanets, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

    Casas da vila técnica da usina Chavanets, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

  • Equipe faz a medições de controle do reservatório da usina Chavantes, 24/01/2006.  Foto: Paulo Miguel.

    Equipe faz a medições de controle do reservatório da usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

  • Vista externa do COG - Centro de Operação da Geração na usina Chavantes, 24/01/2006.  Foto: Paulo Miguel.

    Vista externa do COG - Centro de Operação da Geração na usina Chavantes, 24/01/2006. Foto: Paulo Miguel.

Histórico do projeto
No início do projeto, a usina que hoje conhecemos como Usina Chavantes era denominada de Usina Itararé, por causa do rio Itararé, afluente do Paranapenema, onde a usina seria instalada.
Pouco tempo depois, ainda no início da construção, o nome foi alterado e a usina passou a chamar-se Usina Xavantes, em referência ao primeiro grupo indígena ocupante da região do baixo e médio Paranapanema, os índios Oti-Xavantes, também conhecidos apenas como Xavantes.
A mudança de grafia do nome, alterando o X para CH ocorreu na década de 1990, acompanhando a mudança da denominação do município de Chavantes, sede da usina.
Suas obras tiveram início oficial em 20 de abril de 1958, coincidindo com a inauguração da Usina Salto Grande. O projeto já estava definido desde o Plano Estadual de Eletrificação, elaborado na década de 1950 pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, dentro do planejamento da bacia do Paranapanema. As obras civis tiveram início em 1959, mas a barragem só foi fechada dez anos depois, em virtude da grande complexidade da obra de fundação. O primeiro grupo gerador entrou em operação em 30 de novembro de 1970, e a implantação da usina ocorreu alguns meses depois, em 06 de fevereiro de 1971.
A potência instalada da Usina Chavantes é de 414 MW, tendo sido a mais importante obra de aproveitamentos do Paranapanema na época de sua construção. No momento da entrada em operação, representou significativo impulso de desenvolvimento para o Vale do Paranapanema, em virtude das dimensões da Usina.
Chavantes está localizada num trecho de acentuado estreitamento do Rio Paranapanema, a 3 km da confluência com o rio Itararé. Após a cidade de Piraju, o rio Paranapanema corria um grade trecho entre altas encostas, que alcançavam mais de 150 metros acima do nível da água. A cinco quilômetros depois da embocadura do rio Itararé, estas encostas se suavizavam, e o rio passava a correr com menor declive entre margens pouco elevadas.
Isso possibilitava a instalação de uma grande barragem, com represamento de um grande volume de água vindo do Rio Itararé.
Para os engenheiros responsáveis pela elaboração do projeto, esse local reunia as melhores condições topográficas e geológicas para o aproveitamento do Rio Itararé, que seria o mais importante de todo o grupo no rio Paranapanema superior e médio.
A construção da barragem
Obras da usina
A interligação no sistema elétrico
A inauguração da Usina
O começo da operação
Os trabalhadores e a vida na vila residencial
Obras viárias e influência na região
Dificuldades - a enchente de 1983
O novo COG - Centro de Operação da Geração
Patrimônio Histórico
Ficha técnica da usina Chavantes